Desde a popularização do cinema, várias técnicas foram aprimoradas para contar uma boa história visualmente. Uma dessas técnicas é o crash zoom, que se tornou muito popular na década de 1960. É um efeito que pode aumentar dramaticamente a tensão em uma cena, criando uma conexão emocional ainda mais forte entre o espectador e a história.

E foi exatamente isso que a cineasta Ally Pankiw conseguiu em sua produção Lucy. A personagem principal da trama é uma jovem com uma vida “normal”, mas que sofre de uma doença terminal. O crash zoom é usado inúmeras vezes para enfatizar os momentos de puro desespero de Lucy e chamar a atenção do espectador para os detalhes do rosto da personagem, com todas as emoções sendo exibidas.

Essa técnica audiovisual tem uma função muito importante no storytelling, já que ajuda a direcionar a atenção do espectador para o que é mais importante na cena. O crash zoom aumenta o impacto dramático do momento e ajuda a estabelecer e fortalecer a conexão emocional entre a trama e o público.

No entanto, é importante notar que essa técnica de crash zoom deve ser usada com cuidado. Se usada em excesso, pode se tornar cansativa para o espectador, perdendo o impacto emocional. Portanto, ao usar essa técnica, é importante pensar cuidadosamente sobre o momento em que o crash zoom deve ser aplicado e quantas vezes ele deve ser usado.

Outro desafio que a técnica apresenta é a necessidade de ter uma equipe de produção habilidosa e um diretor de fotografia experiente. O uso do crash zoom pode facilmente se tornar uma boa ferramenta quando usada por profissionais experientes.

Conclusão

Em resumo, o crash zoom é uma técnica importante para a produção audiovisual. É capaz de exibir emoções, aumentar o impacto dramático e fortalecer a conexão emocional da trama com o público. Lucy é um exemplo claro do quanto essa técnica pode ser eficaz para a produção cinematográfica. Portanto, é importante que diretores e cineastas demostrem cuidado e habilidade ao utilizá-la.